Cabo Verde, Pátria amada.
Neste 13 de Janeiro, erguemos a nossa voz em honra da Liberdade e da Democracia, conquistas que não nos foram oferecidas, mas alcançadas com coragem, sacrifício e uma fé inabalável no futuro. É um dia de memória, mas também de compromisso. Um dia em que o passado nos chama à responsabilidade de proteger aquilo que foi duramente conquistado.
Cabo Verde é mais do que um arquipélago no meio do Atlântico. É um povo resiliente, forjado pela escassez, pela seca, pela diáspora e pela distância. Um povo que nunca se rendeu às adversidades, que transformou a dor em força e a esperança em caminho. Onde muitos viam limites, os cabo-verdianos construíram pontes, dignidade e identidade.
A Liberdade e a Democracia são hoje os pilares da nossa convivência enquanto Nação. São elas que garantem a voz do povo, o respeito pela diferença e o direito de sonhar com um país mais justo, solidário e inclusivo. Mas a democracia não é um destino final — é um exercício diário, que exige vigilância, participação e coragem para defender a verdade e o bem comum.
Que este 13 de Janeiro nos una, acima de diferenças, em torno do amor à Pátria. Que nos lembre que Cabo Verde só avança quando o seu povo caminha junto. Honremos os que lutaram antes de nós, cuidemos das conquistas de hoje e preparemos, com responsabilidade e esperança, o futuro das próximas gerações.
Viva Cabo Verde, um povo resiliente.

